Edifício semi-rural 2025 /2

Cronograma Edifício semi rural 2025 /2

As aulas desta disciplina agregam conteúdos teóricos ao ensino da prática projetual. Em cada aula, os estudantes participam com seus conhecimentos, dúvidas e soluções, apresentados em grupos de até 3 estudantes. Leia todo o calendário para se programar para as aulas com anterioridade. A participação dos estudantes é mandatória, avaliada didáticamente como objetivo volitivo.
 

Aula 1 – 15/05 (quinta-feira):

Apresentação disciplina / Apresentação da Turma / Introdução à disciplina.


Aula 2 – 19/05 (segunda-feira):

Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “Metodologias de projeto em arquitetura e urbanismo”


Aula 3 – 22/05 (quinta-feira):

Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “IA Generativa no processo de criação / tipos de laboratórios voltados à pesquisa em agricultura


Aula 4 – 26/05 (segunda-feira):

Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “Programa de necessidades”


Aula 5 – 29/05 (quinta-feira):

Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “Análise do terreno / topografia”.


Aula 6 – 02/06 (segunda-feira):

Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de: “Composição da Paisagem”


Aula 7 – 05/06 (quinta-feira):

Orientação / implantação


Aula 8 – 09/06 (segunda-feira):

Orientação / implantação


Aula 9 – 12/06 (quinta-feira):

Avaliação seminário crítico (IRS)


Aula 10 – 16/06 (segunda-feira):

Orientação individual


Aula 11 – 23/06 (segunda-feira):

Orientação individual – “Materiais e sistemas construtivos.”


Aula 12 – 26/06 (quinta-feira):

Orientação individual – “sistemas estruturais”


Aula 13 – 30/06 (segunda-feira):

Orientação individual – check list


Aula 14 – 03/07 (quinta-feira):

Orientação – Diagramacão para concursos.


Aula 15 – 07/07 (segunda-feira):

Avaliação final : entrega do trabalho: ver o que deve ser entregue em “contexto da disciplina.


 

As aulas 10 a 15 incluirão os seguintes seminários de 50 minutos elaborados pelos estudantes:

  1. Materiais e sistemas construtivos
  2. Sistemas estruturais
  3. Diagramas para concursos

 

Combinando tecnologia e pesquisa, nosso grupo oferece um suporte essencial para o desenvolvimento urbano sustentável, ajudando cidades a crescerem de forma planejada, eficiente e socialmente justa.Esses modelos não apenas representam o espaço urbano, mas também possibilitam a integração de diferentes camadas de informação, permitindo o cruzamento de dados entre setores públicos e privados.

Prefeituras, órgãos de planejamento urbano, empresas de tecnologia, construtoras e escritórios de arquitetura e urbanismo podem utilizar essas ferramentas para aprimorar seus projetos e estratégias, garantindo maior eficiência e impacto social. A modelagem auxilia na superação das contradições entre formas sociais e formas físicas, oferecendo suporte ao planejamento urbano sem a pretensão de ser um modelo determinista. O objetivo não é criar um “oráculo urbano“, mas sim fornecer subsídios para a tomada de decisão, compreendendo que, na efetivação dos planos e projetos, novas contradições surgirão e deverão ser enfrentadas com proposições dinâmicas e ajustáveis à realidade social.

A estruturação dessas soluções passa pela Tríplice Hélice da Inovação[1], um modelo teórico que propõe a colaboração entre academia, indústria e governo para impulsionar o desenvolvimento e a inovação. Essa interação permite que o conhecimento acadêmico seja aplicado na prática, promovendo políticas públicas mais embasadas e soluções urbanísticas que atendam às demandas reais da sociedade. Permite também o desenvolvimento industrial orientado.

Para que esses modelos digitais sejam efetivamente adotados, é fundamental uma agenda política focada no bem estar social e um ambiente empresarial que compreenda o impacto dessas ferramentas sobre o público.

O planejamento urbano, quando pensado a partir de dados objetivos, deve priorizar a redução das desigualdades sociais e o fortalecimento da coesão social, garantindo que grupos minoritários também sejam beneficiados. Ao integrar tecnologia, pesquisa acadêmica e políticas públicas, os modelos digitais do espaço urbano tornam-se ferramentas estratégicas para a construção de cidades mais equilibradas, dinâmicas e preparadas para os desafios do futuro.

Referências: {1} O modelo de tripla hélice de inovação, conforme teorizado por Etzkowitz e Leydesdorff, é baseado nas interações entre os três seguintes elementos e seu ‘papel inicial’ associado: universidades engajadas na pesquisa básica, indústrias que produzem bens comerciais e governos que regulam os mercados. À medida que as interações aumentam nesse quadro, cada componente evolui para adotar algumas características da outra instituição, o que dá origem ao híbrido instituições. Existem interações bilaterais entre universidade, indústria e governo.