MENU DA DISCIPLINA
Contexto | O coração desta disciplina | Calendário | Mais | Implantação
Aula 1 – 15/05 (quinta-feira):
Apresentação disciplina / Apresentação da Turma / Introdução à disciplina.
Aula 2 – 19/05 (segunda-feira):
Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “Metodologias de projeto em arquitetura e urbanismo”.
Aula 3 – 22/05 (quinta-feira):
Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “IA Generativa no processo de criação / tipos de laboratórios voltados à pesquisa em agricultura“
Aula 4 – 26/05 (segunda-feira):
Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “Programa de necessidades”
Aula 5 – 29/05 (quinta-feira):
Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de “Análise do terreno / topografia”.
Aula 6 – 02/06 (segunda-feira):
Os estudantes (grupo de no máximo 3) apresentam o conteúdo de: “Composição da Paisagem”
Aula 7 – 05/06 (quinta-feira):
Orientação / implantação
Aula 8 – 09/06 (segunda-feira):
Orientação / implantação
Aula 9 – 12/06 (quinta-feira):
Avaliação seminário crítico (IRS)
Aula 10 – 16/06 (segunda-feira):
Orientação individual
Aula 11 – 23/06 (segunda-feira):
Orientação individual – “Materiais e sistemas construtivos.”
Aula 12 – 26/06 (quinta-feira):
Orientação individual – “sistemas estruturais”
Aula 13 – 30/06 (segunda-feira):
Orientação individual – check list
Aula 14 – 03/07 (quinta-feira):
Orientação – Diagramacão para concursos.
Aula 15 – 07/07 (segunda-feira):
Avaliação final : entrega do trabalho: ver o que deve ser entregue em “contexto da disciplina.
As aulas 10 a 15 incluirão os seguintes seminários de 50 minutos elaborados pelos estudantes:
Combinando tecnologia e pesquisa, nosso grupo oferece um suporte essencial para o desenvolvimento urbano sustentável, ajudando cidades a crescerem de forma planejada, eficiente e socialmente justa.Esses modelos não apenas representam o espaço urbano, mas também possibilitam a integração de diferentes camadas de informação, permitindo o cruzamento de dados entre setores públicos e privados.
Prefeituras, órgãos de planejamento urbano, empresas de tecnologia, construtoras e escritórios de arquitetura e urbanismo podem utilizar essas ferramentas para aprimorar seus projetos e estratégias, garantindo maior eficiência e impacto social. A modelagem auxilia na superação das contradições entre formas sociais e formas físicas, oferecendo suporte ao planejamento urbano sem a pretensão de ser um modelo determinista. O objetivo não é criar um “oráculo urbano“, mas sim fornecer subsídios para a tomada de decisão, compreendendo que, na efetivação dos planos e projetos, novas contradições surgirão e deverão ser enfrentadas com proposições dinâmicas e ajustáveis à realidade social.
A estruturação dessas soluções passa pela Tríplice Hélice da Inovação[1], um modelo teórico que propõe a colaboração entre academia, indústria e governo para impulsionar o desenvolvimento e a inovação. Essa interação permite que o conhecimento acadêmico seja aplicado na prática, promovendo políticas públicas mais embasadas e soluções urbanísticas que atendam às demandas reais da sociedade. Permite também o desenvolvimento industrial orientado.
Para que esses modelos digitais sejam efetivamente adotados, é fundamental uma agenda política focada no bem estar social e um ambiente empresarial que compreenda o impacto dessas ferramentas sobre o público.
O planejamento urbano, quando pensado a partir de dados objetivos, deve priorizar a redução das desigualdades sociais e o fortalecimento da coesão social, garantindo que grupos minoritários também sejam beneficiados. Ao integrar tecnologia, pesquisa acadêmica e políticas públicas, os modelos digitais do espaço urbano tornam-se ferramentas estratégicas para a construção de cidades mais equilibradas, dinâmicas e preparadas para os desafios do futuro.
Referências: {1} O modelo de tripla hélice de inovação, conforme teorizado por Etzkowitz e Leydesdorff, é baseado nas interações entre os três seguintes elementos e seu ‘papel inicial’ associado: universidades engajadas na pesquisa básica, indústrias que produzem bens comerciais e governos que regulam os mercados. À medida que as interações aumentam nesse quadro, cada componente evolui para adotar algumas características da outra instituição, o que dá origem ao híbrido instituições. Existem interações bilaterais entre universidade, indústria e governo.